A criação de projetos participativos
Você acredita ser possível alcançar um sonho bastante ousado sem haver, antes de tudo, um projeto de mudança? Quando quer muito conseguir uma coisa, você não se surpreende antecipando situações e planejando todas as fases pelas quais terá que passar para chegar aonde deseja? E, quando vêm à cabeça as pedras do caminho, os possíveis obstáculos que precisarão ultrapassados? Você transforma os percursos, busca alternativa e, assim, fortalece o seu sonho ou logo desiste? Claro que não!
Bem, educar crianças, jovens e adultos em escolas é uma meta bastante ousada e complexa, na qual é impossível prever de antemão todas as variáveis e obstáculos, mas muitos deles. Planejar para a mudança, educar para uma vida cidadã, digna e feliz exige muita competência técnica, disponibilidade sócio-afetiva e um planejamento robusto, ainda que flexível, contendo os conceitos, conteúdos e valores que se deseja ensinar. A partir daí, é mais fácil estabelecer os pactos educativos que não poderão ser descumpridos por ninguém, sejam professores, voluntários, alunos e suas famílias. Podemos chamar esses pactos educativos de questões de honra, por se constituírem em pontos inegociáveis para serem abraçados pelas escolas, pelas comunidades de que são parte e em especial pelos diretores, professores e voluntários.
Aqui está uma proposta passo a passo para a construção do projeto político-pedagógico da sua escola. Cada escola e a sua comunidade escolar são únicas e, assim, o projeto de sua escola não atenderá a nenhuma outra e vice-versa. Não há dúvida de que, em todas as escolas do mundo, não só no Brasil, a defesa da água e do meio ambiente sejam considerados pontos inegociáveis ou, se preferir, questões de honra de cada uma das escolas.
Já pensou quantas coisas você e suas comunidades poderão fazer para salvar a água do planeta?
É pra já!


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